2005-02-06

 

Minho-humanidade


A surpresa agradável da colecção de CDs que trouxe de Portugal no Natal foi o Humanos. Tinha lido que era muito mau. Mas é o perfeito contrário do AM-FM dos Gift. É de uma simplicidade tão brutal que toca no fundo de quem tiver um único gene Português. É de facto o terceiro album de Variações: tão sincero que é quase voyeurístico. Variações não foi aquele mundo entre o Minho e Nova Iorque. Foi antes a singularidade de uma utopia urbana em que o cinismo é trocado por singeleza e sinceridade. E eu que sempre achei que se dá demasiado valor à sinceridade no mundo do Rock, fiquei arrebatado, quase despido. Vou ter que ouvir Bowie e Laurie Anderson para vestir outra vez as máscaras indicadas para cada angulo da metro-humanidade.



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